Diagnóstico Interno de Deus
Instituto Casa Santa Sophia
Diagnóstico Interno de Deus

Diagnóstico Interno de Deus

Instrumento de autoconhecimento clínico-espiritual para reconhecer a imagem de Deus que opera abaixo da palavra.

7 capítulos · 32 questões

Antes de começar

Não é um teste de fé. É um instrumento de autoconhecimento.

Não classifica caráter nem julga sua relação com Deus, e não substitui acompanhamento espiritual ou clínico. Apenas revela o que opera abaixo da palavra.

Não é um teste de fé

Não mede o quanto você acredita. Apenas devolve o que já está dentro de você.

Revela o que opera abaixo

Traz à consciência a imagem inconsciente de Deus que sustenta sofrimentos que não cedem só com doutrina.

É um primeiro passo

Ponto de partida para um discernimento mais profundo, que pede companhia madura, espiritual ou clínica.

As três posturas indispensáveis +

Honestidade. Responda pelo que você sente, não pelo que sabe que deveria sentir. Essa diferença é exatamente o objeto do diagnóstico.

Vagar. Reserve um tempo sem celular, sem interrupções. Cada capítulo abre uma dimensão diferente da sua relação com o sagrado. Não tenha pressa.

Companhia. Se o que aparecer for maior do que você pode sustentar, pare e procure alguém de confiança. Trabalho profundo não se faz em isolamento.

Para quem este instrumento funciona +

Pratica a fé hoje: as referências católicas vão soar familiares e diretas.

Outra tradição cristã: o essencial (Escritura, psicanálise, estrutura das imagens) é comum; leia adaptando às suas chaves.

Afastado, em dúvida ou em busca: talvez funcione melhor ainda, porque as imagens infantis operam com mais força em quem se afastou.

Agnóstico ou ateu: você carrega "um Deus em quem não acredita", e essa imagem é precisamente o objeto deste diagnóstico.

O Deus que você sente e o Deus que se revela +

Como responder +

São 7 capítulos e 32 questões. Cada questão traz oito afirmações; marque uma única, a que mais se aproxima da sua experiência real, não da mais nobre. Se duas se aplicarem igualmente, escolha a que aparece primeiro.

Não há resposta certa ou errada: cada alternativa corresponde a um perfil, e a frequência das escolhas revela o(s) perfil(is) dominante(s) da sua imagem de Deus.

Referencial teórico +

Magistério e Tradição: Catecismo, Vaticano II, Bento XVI, João Paulo II, Agostinho, Inácio de Loyola, Teresinha, João da Cruz.

Escritura: Lucas 15 · Romanos 5,8 · Romanos 8,14-17 · Salmos 23/27/51/103/139 · Isaías 43,1 · 1 João 4,18-19.

Psicanálise: Freud · Lacan · Ana-Maria Rizzuto · Winnicott · Antoine Vergote.

Reserve um tempo de silêncio

Seu diagnóstico

Folha de pontuação

A frequência de cada perfil revela a imagem de Deus que predomina em você.

Como interpretar sua combinação

O dossiê completo

Os oito perfis da imagem de Deus.

Leia primeiro o seu perfil dominante. Depois os secundários. Sempre termine pelo (H), a referência de saúde para onde tudo aponta.

Itinerário recomendado

Um caminho para todos os perfis.

i

Acompanhamento espiritual regular. Confessor, diretor espiritual ou mentor de fé. Se você não pratica, comece pequeno: leituras, conversas, retiros pontuais.

ii

Exposição à imagem revelada. Para quem pratica, vida sacramental constante; para quem busca, leitura paciente do Evangelho e dos Salmos.

iii

Leitura da Escritura com lápis na mão. Lucas 15 inteiro, Salmos 23/27/51/103/139, Romanos 8, 1 João 4.

iv

Honestidade interior. Espaços de silêncio para deixar emergir o que normalmente fica abaixo da palavra.

Plano de elaboração para o seu perfil dominante

Quando procurar também acompanhamento clínico +

Considere análise ou psicoterapia séria se reconhece um ou mais destes marcadores: perfil deformado dominante que persiste apesar de trabalho espiritual; experiências precoces pesadas (abuso, abandono, negligência); padrões repetitivos que reconciliação e direção não destravam; desproporção crônica entre o que sabe e o que sente; sintomas que ultrapassam o terreno espiritual (ansiedade, depressão, vícios).

Cuidado espiritual e clínico não competem, colaboram. Onde a análise traz à luz, a reconciliação integra na graça. É a aliança de Fides et Ratio: fé e razão se sustentam mutuamente.